Todo mundo sabe que após comprar ou trocar um veículo o primeiro passo deve ser contratar um Seguro Automóvel. Esse seguro garante a proteção do bem em diferentes situações e ainda pode oferecer vários tipos de serviço conforme o contrato.

 

Mas, o que muitas pessoas podem não saber é como é realizado o cálculo do valor a ser pago mensalmente para manter a proteção do veículo. O preço do Seguro Automóvel leva em consideração diversas informações fornecidas pelo perfil do motorista.

 

Para o post de hoje listamos os principais fatores que as seguradoras levam em consideração para calcular o preço final do Seguro Automóvel e como funciona esse processo. Confira:

 

Perfil do segurado

 

Geralmente, primeiro é preenchido um formulário de cotação, no qual o segurado coloca algumas informações relevantes como:

 

Histórico do motorista: se já se envolveu em algum sinistro como acidentes, roubos, etc. Nesse caso se o cliente não possui histórico de sinistros, o seguro pode sair mais barato.

 

Idade e sexo: mulheres e pessoas mais velhas costumam pagar mais barato pelo seguro. As seguradoras consideram que eles serão motoristas mais cautelosos.

 

Estado civil: As seguradoras consideram que pessoas casadas costumam possuir um comportamento mais prudente ao volante. Por isso, pagam mais barato no valor do seguro do que os solteiros.

 

Tempo que possui CNH: o tempo de habilitação também influencia bastante no valor. De maneira geral, as seguradoras consideram que quanto mais experiente o motorista for menor a probabilidade de se envolver em acidentes.

 

Forma de utilização do veículo

 

Além do preenchimento do formulário contendo todos os dados do cliente, as seguradoras também procuram entender como o veículo é utilizado diariamente. Para isso, as seguradoras levam em consideração:

 

Exposição: a maneira como o carro é exposto ao risco de acidentes e outros sinistros também tem influência no valor final do seguro. Nesse quesito a seguradora questiona o cliente onde ele costuma estacionar o veículo, se é em um local fechado ou na rua, por exemplo.

 

Condução: no momento da contratação também será preciso informar à seguradora quem serão os condutores do veículo segurado. Um pai com uma filha mais jovem, que também conduzirá o carro, por exemplo, pode pagar mais caro no seguro.

 

Local da residência e região de circulação

 

A região de circulação do veículo também possui influência no preço do seguro. Para isso, as seguradoras levam em conta o local de pernoite do veículo e também a região por onde circula diariamente. Grandes áreas urbanas costumam possuir taxas de criminalidade mais altas, além disso, a incidência de acidentes de trânsito também é maior. Sendo assim as seguradoras consideram que os moradores dessas áreas correm mais riscos de sofrer algum tipo de sinistro.

 

Modelo do veículo

 

O próprio veículo influencia no valor do seguro. Quanto maior o valor do carro, mais caro o contratante pagará pelo seu seguro. Isso ocorre porque quanto maior o valor do veículo, também maior será a indenização a ser paga pela seguradora em caso de roubo, colisão, entre outros.  As seguradoras costumam atribuir um risco específico para cada modelo e levam em conta o custo de reparo para o veículo.

 

Uma maneira de minimizar o valor do seguro é fazendo a instalação de alarmes, bloqueadores e rastreadores . Além de colaborar para a recuperação do veículo, também garante uma proteção a mais e, por isso, quem possui esses equipamentos poderá ter descontos no seguro.

 

Franquias e coberturas contratadas

 

O preço do seguro também sofre influência das coberturas e franquias contratadas. Um seguro completo, incluindo mais coberturas e assistência, consequentemente, terá um valor mais elevado em relação a um tipo mais básico.